09 fevereiro 2016

Bate-bocas de brasileiras estremecem "estrutura" estremunhada

O FC Porto só faz falar de si, por estes tempos e não é de agora, pelos motivos mais ridículos. E se estamos em Carnaval pois venham brasis à baila, que isto dos desfiles tugas ao frio e à chuva tem o seu quê de anedótico mas já ninguém liga.
A influência de brasileiros no FC Porto é histórica e um bom jornalismo já o teria explorado avidamente, a brincar falando de coisas sérias.
Pedroto, por exemplo e para não recuar ao Homao Yustrich, já glosa com brasileiros em excesso, não tanto com excessos de brasileiros. Pinto da Costa, 20 anos depois, fartou-se de Jardel por excessos dele e exigências da mulher, Karen ex-Playboy. Pelo meio, tivemos de tudo, do Toninho Metralha ao Biffe e até o Feijão, de Carlos Alberto...
Agora, porém, temos brasileiras intrometidas, cada qual defendendo os respectivos maridos. Do insólito da Fernanda armada em"presidenta" medida em brios a criticar figuras gloriosas como Vítor Baía, a este desabafo da mulher de Maicon que estremece a "estrutura" que, estremunhada, tem mais uma vez de reagir, tarde e desastrada...
Reage à mulher de Maicon a pôr em causa um departamento médico que aceitou, dizem que não mas só por ordem superior, viabilizar um manco Liedson, outro brasileiro, no ataque ao título que forjou num passe para golo improvável de Kelvin para o último título de muitos anos de seca que aí estão!
É claro que, depois da camada grossa no 1-2 e ainda não refeito de uma gp com o Tondela que Casillas defendeu em Aveiro, Maicon não podia sair de campo virando costas ao jogo. Como capitão, nem morto poderia fazer aquilo, mas isto é o que a "estrutura" tem semeado ao longo do desvario de meia dúzia de anos.
Mas a mulher não deixa de ter razão na crítica aos "doutores". Porque, na verdade, Maicon nunca deu impressão de estar bem, o que não desculpa o deslize defensivo (sinal na 1a parte naquele arouquenses isolado ante Casillas),  muito menos a indevida saída de campo.
Mas a mulher de Maicon, num desabafo sério que O Jogo não tratou devidamente hoje depois de ter exposto ontem a crítica dela no Facebook, não só falou porventura verdade, quanto à extensão da maleita do jogador, como tem tanto direito, pessoalmente, a fazê-lo como a mulher do presidente insusgindo-se contra críticas de Baía a Pinto da Costa e, acima de tudo, à "estrutura".
Ora, até brincadeiras de Carnaval podem ser sérias, mas não ao ponto de a leviandade dos Bate-bocas das brasileiras levarem o decrépito presidente por arrasto no arrastão das redes sociais que expõem as vaidades e algumas verdades do regime norte-coreano desta gestão de faz de conta.
Porque Pinto da Costa foi de novo leviano ao justificar a destemperada intervenção da esposa com uma defesa do ataque não a ele, mas à "estrutura",  de quem ela, pelo visto, se sente próxima... Isto não é para rir, como o que diz o decrépito presidente é para levar a sério.
O lema da paixão, do rigor e bla, Bla está espelhado no comportamento de Maicon, do significado da sua braçadeira, na gestão desportiva dos centrais e de todo o futebol catastroficamente gerido neste último lustro de negociatas sem fim... Uma vergonha, em suma, que Carnaval algum pode disfarçar.
Depois, reagindo também tarde, a crítica a Rui Bosta, irmão do Paulo Bosta, e chover no molhado e zero de resultado.
Só de memória, eu de Rui§Paulo botas fazia um livro com factos e sem necessidade de insinuar relações familiares.
O FC Porto que no seu relato do sítio oficial não viu nenhum de três gp negadas pelo gordo de Braga Jorge Ferreira só um dia depois veio, institucionalmente, reagir, ameaçando com uma exposição ao vi-te ó Pereira, esse infame dirigente da tropa de choque arbitral que defende os clubes da capital e para os quais precisamente os árbitros do Porto contribuem generosamente como guarda pretoria avançada.
Estamos a falar do clube cujo decrépito presidente é tão insensível a negociar com guardanapos da Madeira, elogiando a boa-fe do grunho que quis vender Kleber que não era dele e originou acrimonia por alguns anos, como falando de árbitros tanto sugeriu Bruno caixa para internacional mesmo depois do maior ROUBO da história do fut tuga, como criticava severamente o Roubarte Gomes para considerá-lo bom árbitro na hora da despedida.
Por algum tempo admitia-se que fosse estratégia, mas é puro suicídio desportivo e manifestação daquela impotência atavica que teve por décadas o FC Porto anestesiado face aos clubes da capital.
A extensão da "estrutura" à borda do campo, o levezinho e transparente CEO Antero Henrique ouve relatos no banco durante os jogos mas não salta do banco para protestar a anulação do golo limpo de Brahimi. Não há um sinal para o campo no sentido de rodear o árbitro e visar o vesgo auxiliar. Do mesmo modo, quando graves tumultos e estádio em fúria teriam surgido em Alvalade e na Luz a fazer tremer mais as pernas aos trastes árbitros mais do que os trastes socialistas fazem tremer as pernas aos credores alemães, no Dragão reinou o silêncio! Nem ecos eventuais das rádios a confirmarem pela tv a legalidade do golo de Brahimi sacudida a quietude do Dragão e da "estrutura".
Esta, pobre alma sem sopro de vida, sinal de inteligência ou réstia de competência, saiu do sono retemperador, espreguiçando-se, para gritar que as arbitragens pegaram fogo à casa... Por muito menos o grunho Paulo Bento dizia que Alvalade recebia muito bem os árbitros.
Grunho do Carvalho tomou a sério o peito e portou-se como Pinto da Costa em tempos de vitalidade e antecipação.
Agora que qualquer Arouca ganha no Dragão o que faz mexer a "estrutura"  beliscada na sua harmonia de fidelidade canina são os sarilhos das tricas que as brasileiras desbocadas podem causar.
De vergonha em vergonha até à capitulação final. Os outros 31 anos de vitórias, proclamados por quem ganhou 50 troféus no período mas que pode perder 50 trofeus em 5 anos apenas, estão a tornar-se no regresso aos tempos de seca de títulos quando se perdia em casa com Académica ou U. Tomar. Vocês, tão antigos como eu, sabem do que estou a falar.

07 fevereiro 2016

Jogadores desmentem o presidente que ninguém despede

Julguei que a moda dos pontos tontos estaria enterrada, mas a ruína desportiva do FC Porto demonstra que o poço da incredulidade não tem fundo e quando se pensa que o ridículo bastava há ainda algo mais para ver. Porque é difícil imaginar existir jogadores tão maus como Angel e Maicon, os dois que ditaram uma das mais vergonhosas derrotas da história portista que nos remetem para a fragilidade do FC Porto nos Anos 60.
Estava para escrever apenas ao intervalo só para citar José Angel e Maicon, alheado do resultado. Arrependi-me não o ter feito mas consegui ver o inimaginável no 1-2 com o Arouca, mais uma página para o museu da estupidez desportiva que marcará o fim da era de Pinto da Costa devolvendo o clube à irrelevancia de tempos que muitos adeptos desconhecem e os mais velhos já nem querem saber.
José Angel foi sempre um zero à esquerda e já na pre-epoca advoguei que não podia estar no FC Porto, só por um golo sofrido num amigável na Alemanha.  Maicon bem como os outros centrais não fazem um central de jeito e passou mais uma janela de mercado sem arranjarem um após tantos deslizes desde a época passada, mas a atavica SAD, a "estrutura" que uns parolos convencionaram achar que ali percebem de futebol, falhou mais uma vez, cavando a sepultura desportiva do que foi um clube hegemonico no país.
A bem da verdade, nem pesará tanto mais um golo ilegitimamente negado ao FC Porto que daria o 2-1 do que as ofertas dos dois golos arouquenses e os golos falhados por Aboubakar e Marega na cara da baliza. E, assim, como assisti a muitos desaires idiotas deste género na fase do clube provinciano que nada ganhava, estou mais perto, passe o exagero tão admissível como o inimaginável a que se assiste, de deixar de ser portista. Esta gente mete-me nojo.
Para já, depois de o patético presidente decrépito que resta no FC Porto ter dito que trocava de treinador por acreditar que estes jogadores seriam campeões, todos já me deixaram à vontade para não ver o Benfica-Porto, que dificuldades de agenda me deixavam na impossibilidade de ver algures...
É que estes jogadores e dirigentes são os novos cordeiros prontos para a matança na casa do algoz e do que não têm culpa o treinador e os novos ditos reforços que também.m aproveitaram o desvario de uma política errática e indefinida que envergonha qualquer ser pensante.
Porque os jogadores desmentiram o presidente e só falta despedir Pinto da Costa para algo de novo surgir no FC Porto.
Requiem por um clube morto porque quanto a expectativas já em Setembro as deixei bem claras: mais um ano sem nada ganhar. Nem é novidade a que muitos novos se habituarão.
Por mim não há problema é lembro bem esses tempos. Não me sinto é representado por gente sem nível que se habituou a viver do FC Porto.

03 fevereiro 2016

Perder menos ou nenhuns pontos tontos

A par com a transformação do modelo de jogo, com Brahimi ao meio no 4x2x3x1, lado a lado em 4x4x2 em pose defensiva, o FC Porto mostrou adaptar-se a adversário de combate corpo a corpo, mostrando que, mesmo com adversários de 2a divisão e campos do 3o mundo, dificilmente a equipa perderá pontos tontos como era hábito.
Carimbado praticamente a presença na final da taça,  convém trabalhar para ganhar na Luz e impor força nos jogos grandes para ser ameaça aos da frente.
Apesar das limitações dos reforços, mais de força do que jeito, aproveitar os momentos para crescer.

30 janeiro 2016

Revitalização

Os 4 golos do Estoril-FC Porto não acabaram distribuídos como nas últimas 3 partidas na Linha. O FC Porto marcou 3, falhou outros tantos e voltou a vencer na região saloia onde fazia figura de pacóvio há 15 ou 16 jogos, nem importando muito que tenha voltado a sofrer um golo cedo e de bola parada, pois a reacção foi forte e permitiu a reviravolta ainda boa 1a parte (1-2), acabando André André com as dúvidas que o ritmo de jogo portista dissipada totalmente com exibição convincente.
Marcação mais forte sem adversário poder dominar e virar-se sem estorvo de alguém, pressão constante, mais assédio à área contrária e muitas ocasiões de golo. O campeonato do FC Porto começa agora sob uma batuta conhecedora, ainda que com atraso irremediável. Mas vale o estímulo para melhorar e fazer figura de força em vez da miséria franciscana que se via.
Com o Totopegui só uma vez se virara uma desvantagem com o P. Ferreira mas apenas na 2a parte no que foi o melhor jogo com o basco nas provas domésticas. Mas esta reviravolta, num campo estranhamente maldito, teve outra bitola de jogo e tarimba de equipa maior, após empequenecer sob assobios dos adeptos conscientes e aplausos de presidente patético.
Peseiro mostra agarrar bem a equipa e moldar à pressa um novo tipo de futebol que de tão estranho aos jogadores anestesiados como cordeiros para a matança desaprender de jogar e alguns até de correr. Aboubakar continua a desaproveitar bolas sobre o risco de golo ou quase, e não é Suk que vai melhorar esse habdicap. A presença dele e de Marega no banco é tónico para a rotação a ver na taça em Barcelos na 4a feira.
Só na 1a parte, ganhando mais duelos individuais e concedendo menos faltas, o FC Porto mostrou uma cara de impor jogo que o ex-treinador descaracterizou com a complacência insana de dirigentes atavicos.
Ao menos reconquista-se uma alma que a "estrutura" deixou cair em desuso e procura só salvar a pele num fim de ciclo directivo que não deixará saudades.
A ver se a recuperação da equipa leva a alguma coisa importante.

27 janeiro 2016

Então, e o Dyego Sousa e Edgar Costa?

Este língua na boca súbito com o Marítimo lembra a perversão nas relações dos "homens do futebol", alegadamente pautadas por risiveis eventuais códigos de conduta.
O FC Porto não precisa de outro gr ainda que Helton vá acabar daqui por mais uma época e Casillas não cumpra a segunda temporada, previsivelmente...
Daí que, depois do Alan desacreditado e lamentavelmente desaproveitado, e em especial aquele outro que não lembro o nome e veio em 2004 para nada, pergunto se em vez do Herrera não podíamos ter os melhores médios do Marítimo mesmo, com fibra de meio campistas e chegada à área.
E antes de Suk, esforçado e poderoso mas pouco mais, Marega não podia ter vindo... mais cedo.
Porque, repito, a política desportiva há muito se perdeu por um inepto CEO que rápido passou de amanuense da escrita no dealbar da revista Dragões, a todo-poderoso que criou um Projecto 611 por cujo fracasso não respondeu, da mesma forma que as distorções do plantel são obra do barato deus-dara (ai as comichões...) face a um responsável ausente em todas as vertentes excepto ouvir relatos no banco em que se alheia dos jogos e cumprimenta no final se houver vitória...
Vítor Baía não precisa esclarecer o que será "correr com a estrutura" e evitar "facadas nas costas". O fracasso desportivo de um clube sem rumo nas mesmas mãos não é só o decrépito presidente, mas um pobre braço-direito.
A "estrutura"...  não a fazem cair, mas não me impeçam de rir!
É claro que o Antero tem poder no mercado e só maldizentes, vigiados e denunciados pela Fernanda no Facebook para-oficial, criticam o decrépito presidente que se entretém com o "folclore" dos árbitros na Segunda Circular enquanto recebe e janta cordialmente com o guardanapo da Madeira, um primor de bem receber extensivo aos corta-fitas do Torto Canal e louvaminheiros da moderna amordaçada área da Comunicação com o fiel conselheiro Tavares ex-Jogo, o Paulo Ferreira ex-JN,  os parodiantes ex-TVI e mais uns amanuenses devidamente instruídos pelo ex-escriba da revista e que trata com desvelo o sector da Informação mas descura a Formação e o Mercadao...
Um primor estampado na prometida aposta na melhor participação de sempre na emblemática taça da treta... E não se esqueçam que depois do Famalicão e do Feirense há o Gil Vicente para a semana. O que é o Dortmund à beira do abismo?
O patético presidente que desfez o ganha-tudo AVB também pode desfazer o perde-tudo Ludopedi cuja contratação não tem responsabilidade presidencial exclusiva, porque "furo" mesmo foi buscar o Victor Fernandez à Galiza e dar o exclusivo à Bola a cruzar a fronteira - um golpe de mestre em RP que só um predestinado pode fazer é os basbaques aplaudem tanto como os jornaleiros louvaminheiros que pululam no Dragão e que não perguntam quem foi inventar o Totopegui ou porque se o Peseiro é assim tão bom não foi buscá-lo aos EAU no Al Wahda em vez do Preocupações Fonseca e do Ludopegui que agora destrata...
Não é possível maior ridículo?  É! Perder a Taça para uma equipa do Preocupações Fonseca...
O campeonato é só para rir. E ocupar a malta da imprensa no clube da opacidade... Já as filhas dos dirigentes são vedetas na TV de trazer por casa, descontadas familiarmente as vaidades como desvalorizadas as acções do Alexandre decerto tão alheio ao affaire Sérgio Conceição como antes de ser o filho pródigo tentou levá-lo para Itália há 16 anos cm choruda comissão de um milhão que soou a traição...
Um primor o clube do rigor...

24 janeiro 2016

A diferença que fará o Sporting campeão

O grunho do Carvalho atirou-se ao árbitro Luís Ferreira por causa de uma gp correctamente assinalada e uma expulsão certa do infractor. Deu-se ao desplante, depois do "corruptos" da praxe que o árbitro de Braga registou e denunciou, de mesmo depois das imagens persistir sem tirar as palas.
O Sporting será campeã porque os seus jogos duram 96, 97 e até 98 minutos, marcando em faltas e com gp generosos a favor, de resto prolongando-se nas conferências de final de jogo e nas manchetes do regime. Exemplo a "raiva" retratada no Rascord com o rancor do grunho de Alvalade em 3 citações na capa do panfleto, depois de negar isso ao presidente Salvador que se queixou, com razão, de ter sido roubado no jogo anterior do Sporting.
Já tínhamos visto no FC Porto negarem 4 penalties, como bruno caixão em Campo Maior e Lucílio vigarista em Alvalade.
Mas hoje, independentemente do jogo e das poucas mexidas de Peseiro, Jorge Ferreira negou 3 gp sobre o mesmo jogador, Maxi Pereira, ainda o amarelou naquela que foi a mais flagrante de todas, e nada do treinador na entrevista rápida no final e o presidente-eucalipto (que anunciou o princípio do fim com recandidatura norte-coreana) deve andar a tomar rebuçados para a tosse ou ainda a cumprimentar o guardanapo da Madeira para nada ter dito, mais uma vez, sobre a arbitragem inqualificável do árbitro de Braga que na época passada expulsou Maicon sem pestanejar frente ao Boavista.
Depois vão queixar-se ao carvalho sobre arbitragens do terceiro mundo. Conte-se ainda o canto assinalado sem a bola sair e só por insistência do marítimas em lançar uma bola a 20 metros do local certo inverteu a posse para o lançamento ser do FC Porto.
A SAD anquilosada e atavica com asneiras EN catadupa faz perder outro campeonato para os trafulhas da capital, achando o patético presidente, eucalipto cuja recandidatura não sossega portistas a não ser patetas e jornaleiros da treta, que isso é folclore...
Passem bem que o 3o lugar fica entregue.
BREAKING NEWS não leiam a crónica do site do FC Porto, que vi há pouco no Twitter, porque nem ali os penalties existem. Foda-se, este clube virou uma merda, de andorinhas e passarinhos. Que saudade dos mafiosos e putedo...  ��

19 janeiro 2016

Vítor Baía

A contratação de Peseiro parece acertada. Conhece campeonato,  campos, equipas, imprensa e freteiros (ai a escrita e o vocabulário assumido nos smartphones...) avulsos e encartados. Mas dificilmente ganhará o título, porém pode garantir a Taça de Portugal e, com isso, a Supertaça. Salvar o salvavel, missão não impossível. Mas não basta para deixar que falem de si. Basta ver para onde foi relegada a notícia no alinhamento dos telejornais. Na TVI ao almoço só ao fim de uma hora e tal a notícia teve desenvolvimento...
De resto, a notícia já vinha nos jornais da manhã. As tvs, que não dão notícias, podiam explorar e desenvolver, mas ficaram pelo óbvio ululante...
Porque fica por explicar a razão de o perfil de Peseiro não ter valido há mais tempo para chegar ao Dragão. E confirmar que a atavica SAD não tinha sequer imaginado acabar com Lopetegui... agindo precipitadamente e em cima do joelho sem substituto em agenda.
Pois acima disto, por causa disto e o reflexo disto foi saber que a insossa nova enésima mulher de Pinto da Costa saiu da casca, já ouvi de relance num tardio telejornal da noite, criticando a opinião de Vítor Baía que defende acabar com a "estrutura". O que já digo há muito tempo, como analista de perto como aficionado mas a uma distância enorme, face ao conhecimento de dentro do ex-gr e gloria portista.
Haja alguém que diga o óbvio e que encarna uma crítica viva e actuante sobre a nomenklatura norte-coreana do FC Porto de que é patético exemplo esta reacção extemporânea e destemperada de uma mulher episodicamente com assento na tribuna do Dragão - como se não bastasse o decrépito presidente que nem na mulher volta a ter mão,  quanto mais no clube, precisamente como diz Baía e ao contrário do que defende a brasileira Fernanda, como se fosse ela mais um reforço desnecessário e inútil do desgastado e inoperacional núcleo da tal "estrutura" que tanto tem feito mal o trabalho e a limpeza da casa.
Varra-se a "estrutura". Só não sei que nova orgânica Vítor Baía criaria de raiz.
Porque o problema do FC Porto não é o pós - Pinto da Costa e trocar de presidente como um dia sucederá , mas a herança deixada na estrutura do futebol portista que com Peseiro prova o atraso em que navega à vista e sem sair do porto...
Mas será que Fernanda também tem um programa de família no Torto canal?...

14 janeiro 2016

Treinador experiente precisa-se

Sinceramente, custa-me acreditar nisto do Sérgio Conceição, imaturo,  vulcânico, quezilento, até demasiado conflituoso e, para piorar, envolvido com o próximo adversário o que pode fazer supor ser bluff, manobra de diversão ou manipulação, dando azo a todo o tipo de questiúnculas.
Não gostei de ver Sérgio Conceição atirar-se a alguém do staff portista no final de um jogo em Olhão (3-2, último de Hulk entre nós) e a perda da taça de Portugal no jamor teve falta de leitura do banco.
Por ex-jogador e livre de complicações, terminado qb+ até no jogo falado e farta experiência está Jaime Pacheco. Não se percebe, mas é como ele diz, nunca caiu nas graças de Pinto da Costa. Mas até este perdeu o toque de Midas e mesmo a graça toda. Só desgraças...

13 janeiro 2016

Imbula e Indy idiotas

A falta para vermelho que fez expulsar Imbula e a carga para gp de Indy são daqueles exemplos típicos que caracterizam a irregularidade do FC Porto pela má qualidade profissional e de carácter de alguns jogadores, em que se pode incluir,  por exemplo,  Tello.
Duas acções estúpidas que fizeram perigar a vitória portista no Bessa e a continuidade na taça de Portugal.
Duas caras de um paradigma do mal feito na elaboração do plantel e que comprovam como muitos jogadores não estão com a cabeça no clube. Imbula há muito está ausente, incapaz de se fazer notar quando ninguém sequer o conhecia... Indy simplesmente é um grande responsável por muitos golos sofridos, sendo que os centrais todos juntos não fazem um central completo de categoria.
Foi o que vi em escassos momentos em que pude ver o jogo na TV. E bastou para me fazer alargar uma vitória que podia ter sido tranquila mas só por acaso não ficou alterada por duas idiotices que deviam valer despedimento com justa causa quando se põe em causa um colectivo do qual não parecem fazer parte e não estão alinhados nos objectivos do clube.
É põe isto que muitas vezes os jogadores se consideram responsáveis pela saída de um treinador.  Lopetegui já foi é este é um cancro instalado no plantel.
Limpeza do balneário Precisa-se.

10 janeiro 2016

Mão cheia de nada deu em golos

Quarta -feira é que é decisivo. No campeonato não acardito. O Sporting ganha já com o que é costume...
Mas a equipa soltou-se no Bessa, onde o 5-0 ficou perto do 6-0 de 1982, quando o campeonato foi para o Sporting.
Depois de uma mão cheia de nada, de Lopetegui à SAD, foi preciso o silêncio de nada dizer para se mostrar algo. Futebol e uma mão cheia de golos. Só que os dados estão lançados e os árbitros condicionados agora por Bruno de Carvalho porque o afastamento de Pinto da Costa fez perder tudo, até o respeito pelo FC Porto.
A Taça é a prioridade. Mais nada, a não ser mostrar outra cara e esquecer o estranho espanhol.