19 dezembro 2014

Uma crónica só de meia parte

Não gostei da atitude, sem raiva nem empenho de entusiasmar ao que o público antecipou com a ausência, e o 2-0 ao intervalo chega para caracterizar  jogo frente a um Setúbal sem ideia da baliza contrária. O FC porto cumpriu obrigação e calendário mas isto não e um elogio. H via que dar outra resposta de ânimo alto  ambição renovada, tipo responder com 6 golos aos 6 pontos de desvantagem.
Como não vislumbrava isso para a 2a parte fui a minha vida. Os 20 mil e poucos presentes terão perguntado o que fazer. Podem ser muitos comparados com os 28 mil da Luz pós-Dragão, mas  equipa não inspira euforias, apesar do pelo da bancada para não desistir.
Isto não pode ser uma formalidade burocrática.

18 dezembro 2014

Pois é!



Só soube do prognóstico no fim do jogo, vi apenas um frame de um golo que, se fosse marcado por Jackson (como já sucedeu), seria provavelmente anulado. E nem sei quem cometeu mais faltas. Ou foi mais ineficaz. Não vi, só me interessava saber da reacção do Sérgio Conceição no fim. Quem ri melhor...

O Espesso nem depois das 23.30h tinha uma linha sobre o jogo: quanto não vale ter a tal edição diária online...

Árbitro que não via os bloqueios do Benfica sabe já do exemplo de Jorge Sousa para usar só a seu favor

É isto, o despudor! O mote é lançado a Artur Soares Dias, nomeado para o jogo grande da Taça (julguei ter lido algures de que seria João Capela...).
"Em Lisboa isso não será permitido pelo árbitro", frisou Jorge Jesus. Coluna, num bate-papo na RTP, uma vez lembrou o seu tempo de jogador quando "o Benfica não tinha [anos 60] esse constrangimento dos árbitros"...

ASD costuma ter critério largo, mas só quando convém. Ficou conhecido como o árbitro que não via os bloqueios denunciados por Vítor Pereira - eis a importância de um treinador tuga que conheça as manhas todas e o historial desta gente. Contudo, convém avisar e de forma veemente. Jesus acendeu uma vela para o andor continuar erguido pelos sacristãos.
O Jorge Sousa já sabia, até pelo anterior clássico no Dragão, como agir em caso de faltas repetidas a truncar o jogo e deixar os adversários do Benfica sempre de costas para a baliza.
Com Jorge Sousa devia funcionar por sinais de fumo, estava longe, em Paredes.
Com outro portuense ASD, não vá o diabo tecê-las, mais vale dar um berro.
Este desplante não merecerá um ui, nem ai, nem ei, antes ii, dos editorialistas da bola tuga.
O regime é assim e por isso se fala dos Espírito Santo: Filho e tementes a Deus. E reforça: a catedral ajuda. Pois. O árbitro ajoelhará. Tudo isto é de bradar aos céus!

Ainda não tinha visto esta capa comovente, condigna com o Natal e o seu significado.
O exemplo da PROPAGANDA NO SÉCULO XXI
Acho que vou apenas tomar atenção ao que Sérgio Conceição dirá no fim do jogo. Isto se ninguém se meter com ele antes do túnel...

À espera das entrevistas

 
Com tantos ventríloquos cá fora em seu nome só falta mesmo ouvir a voz do ex-Primeiro-Sinistro contra comentadores, jornalistas, juízes e tudo para gáudio das "pessoas decentes". Entretanto, além das carpideiras súcia listas, o advogado vai distraindo o pessoal com promessas de títulos (de entrevistas) e garantias de "deixar cair uma bomba".

 
Acho que para terminar o ano da forma como o começou mais vale estar calado, se não tem nada para dizer. Mas como o velho Maroscas Chulares, Pinto da Costa não se dá conta, e a corte cala-se à sua volta, de que só faz rir e ter pena da decadência intelectual com o avanço inexorável do tempo. Porque só nos diria poder contar o que "seria uma bomba".

Antes do Tema do Dia de ontem, já tinha isto escrito e agendado para a madrugada, mas o me(r)diatismo e a contextualização impunham uma cronologia nesta cegada que se torna pior ao meter bola e política tugas.

17 dezembro 2014

Pinto da Costa visita Pinto de Sousa mas não o que foi dos árbitros...

Como lembrei há dias, passaram 10 anos (7/12/2004, jogava o FC Porto com o Chelsea e antes de ir ganhar a Yokohama a 2ª Taça Intercontinental) sobre o interrogatório de Pinto da Costa no Tribunal de Gondomar, onde se deslocou voluntariamente depois de ter ido descansar à Galiza., no âmbito do processo conhecido por Apito Vermelho Dourado nascido nas margens do Douro e transformado, sub-repticiamente, num furacão com epicentro no Dragão inaugurado apenas um ano antes. Ah, o FC Porto, entretanto, em Outubro, ganhara na Luz com um tiraço de McCarthy, bem dentro da baliza de Moreira, protestando os benfiquistas que um tiraço de Petit também tinha entrado mas apenas com a sua proverbial jactância e exagero nas medições de tudo e de nada, do nº de adeptos ao de títulos, sendo que nada era e é o que vêem à frente do nariz. E uma série de acusações gratuitas, como o "meio metro dentro da baliza" dito pelo Trapalhoni, ao costumeiro epíteto de "ladrões de troféus" que os de telhados de vidro (lã de vidro, amiúde pelos ares em dias mais ventosos) atiram aos dos vizinhos - o panfleto do Benfica não tardaria a questionar jogos de 2004 na Champions...
 
O processo, nascido nas profundezas lisbonenses e movido, interna e revulsivamente, pelos poderes fácticos cedo identificados com o Apito Avermelhado, em pouco mais de um ano e quando o novo Poder Executivo eleito em 2005 remexeu o Código de Processo Penal para aliviar as dores pederastas de uns quantos assarapantados, acabou no Pito Dourado revelado a mentir em Tribunal e por fim extinguiu-se no Pífio Dourado que não deu verdadeiramente em nada para o que foi superior e malignamente orientado.

 
Pelo meio, com condenações e motins no famoso 4 de Julho de 2008 na FPF das madrugadas que cantavam, muita gente na lama; Boavista e Leiria despromovidos; várias personalidades passaram uns maus bocados até as reparações judiciais reporem a normalidade dos factos. Entre eles, para atalhar, estava um Pinto de Sousa, ex-líder dos árbitros, que Pinto da Costa jurou "pôr as mãos no fogo" pelo amigo que, como o presidente do FC Porto e o do Boavista de que José António Pinto de Sousa era associado e ex-dirigente, foi enxovalhado na Justiça.
 
Mas a Justiça fez-se, demorou a agir mas actuou no seu tempo, apesar do me(r)diatismo vibrante, de capas e violações de segredo de Justiça que abriam escutas em telejornais - como na RTP de onde o pivot de então, Rui Cerqueira, chegou a director de Comunicação do FC Porto após alegres estardalhaços com as capas do Correio da Manhã nos telejornais do almoço e as nada púdicas emissões do Monte da Virgem assestando baterias sobre o FC Porto e o FC Porto mais do que tudo o resto, assim ditavam as manchetes várias que a RTP amplificava, reproduzindo os pormenores picantes de excertos judiciários e resenhas de livro de alcova de uma amarga Salgado que passou de 1ª dama a alternadeira condenada e também já desaparecida, consta que pelo Além-Tejo...
 
Mas, hoje, as coisas são como são, 10 anos não têm os mesmos largos dias que 100 anos, e tivemos a visita de Pinto da Costa a um Pinto de Sousa que, por sinal, era o Primeiro-Sinistro desse tempo de ferro e fogo sobre o FC Porto,:com a Justiça manipulada e ameaçada (procuradores do Freeport, toupeira no Eurojust), a PGR agachada junto ao sonso beirão Pinto Sousa Monteiro e a cândida Almeida que secundava "não haver corrupção em Portugal", e a Imprensa em vias de ser assaltada numa Face Oculta em que, no meio da sucata de Ovar, os "amigos do Joaquim" preparavam o atentado ao Estado de Direito que se escapou pelas traseiras: era o golpe via PT onde pontificava o ganadeiro Granadeiro e o indiano Bava além de um puto Pinto de Sousa Pedro Soares  Dragão de Ouro que tanto comprava direitos da Liga espanhola para uma tv a surgir com o dinheiro de alguém como fazem os socialistas do capitalismo dos outros como se aprestava, silenciando a Moura Guedes mas elogiando o Marcelino, entre a rapina de emails de jornalistas de outros periódicos e "jornalismo de sarjeta" ou algo "travestido de jornalismo" na TVI a arrombar, para montar um império de comunicação que não era propriamente em favor do FC Porto...
 
Talvez Pinto da Costa, esquecido dessas manigâncias embora ressentido com as mesmas, queira partilhar com o Pinto de Sousa o que são as agruras destas vidas; ou explicar-lhe que montar a Justiça a dedo, para os amigos, como foi feito pelo então ministro da dita que lá safou a pedofilia a contento e ao custo de se "cagar para o segredo de Justiça", devia ser igual para todos mas nunca é; ou que peça finalmente explicações ao preso preventivo 44 indiciado de crimes graves como é que, sem ter estado preso, o presidente do FC Porto teve de passar, ainda hoje passará, por estas provações.
 
 
Decrépito e malcriado, como Mário Soares, é fácil passar dos "bandalhos" do ainda DDT aos "palhaços" de outro velho presidente que quis mas não conseguiu ser DDT.
 
Resta saber se as reminiscências do Pífio Dourado fizeram confundir um Pinto de Sousa com outro, sendo que nem o dos árbitros nem Pinto da Costa foram indiciados dos crimes que se imputam ao presidiário eborense que no seu tempo de DDT não foi tido como solidário para com o Pinto de Sousa dos árbitros ou o perseguido presidente do FC Porto. Pinto da Costa acaba de fazer uma inusitada amplificação de um caso que pode trazer ligações e ilacções justicialistas como o Apito Avermelhado que não afectou os vermelhos e nem os trâmites da Justiça foram os mesmos para agora se desacreditar o sistema.
 
Como Pinto da Costa diz ter feito uma visita pessoal a alguém "que muito prezo" (sic), pode ter sido por outra coisa qualquer mas decerto não foi por coisa boa. É possível separar a condição privada da institucional? Mas já nem nesta eu reconheço legitimidade a Pinto da Costa, que como portista não me representa e do qual há muito me afastei!

Podem retorquir sobre a condição da solidariedade pessoal e por aí fora. Mas se o cidadão Pinto da Costa, radical de Esquerda ou não, me é totalmente alheio ao ponto de me marimbar, como escrevi, se ele perdeu dinheiro em aplicações eventualmente especulativas no BES, a verdade é que sendo eu portista de muito antes de Pinto da Costa ser reconhecido como tal sei que Pinto da Costa está confundido, para o bem e para o mal, com o FC Porto. E o que se passou com o FC Porto este século foi imperdoável para poder passar em claro a portistas que se prezem e esses nunca se reverão em aspectos marginais que se pretendam como "pessoais". E fazer a figurinha triste que fez, com observações abjectas a familiares de jornalistas que possam estar presos, pode ser uma marca própria do baixo nível do cidadão mas, embora não para mim, o vulgo não deixará de ver nele o presidente do FC Porto - além de ver em Sócrates o maior crápula do pós 25/4 e com o seu ainda vivo séquito de ruinosos pulhíticos da desgraça tuga.

Passe o absurdo, pegando noutra figura venerada noutros tempos mas ridícula até à hora da morte que se aproxima e devia merecer outra atitude na vida dos próprios, em vez de andarem a vingar-se aqui e ali antes da descida ao Purgatório e os 9 níveis que compõe o colorido e grotesco Inferno de Dante, não se pode admitir que Mário Soares, como cidadão que foi antes presidente do Executivo e da República, diga que Isaltino Morais, cidadão preso por fraudes várias, é um bom homem e "não se percebe como foi preso" tendo este sido edil de Oeiras e política e judicialmente punido enquanto tal, neste caso ainda agravado pelas sentenças transitadas em julgado e apenas proteladas por anos devido a expedientes dilatórios que os recursos na Justiça, atamancada por manobras políticas, permitiram - tal como adiaram a detenção, inevitável, do actual preso preventivo 44 favorecido com o desterro na ala feminina do Estabelecimento Prisional de Évora.

De resto, para os desmemoriados, convém associar a tudo isto, rebobinando o filme, o apoio do presidente do FC Porto antes dado a candidatos socialistas, de Elisa Ferreira e Francisco Assis. Não há nada inocente nestas atitudes e só os néscios dissociarão os planos que fatalmente se misturam. E os lamentáveis papéis a que Pinto da Costa presidente do FC Porto se dispôs há muito me indignaram entre outras trapaças que a maioria do público desconhece.

E não se pode fazer passar este desvelo súbito ou devaneio pessoal como um separar das águas feito pelo Moisés de Lisboa que, isolando o Partido do Prisioneiro, deixará secar o terreno para fazer, pelo Natal, a travessia necessária até à outra margem, seguindo para Évora com a Terra Prometida à vista. Estas coisas não são inocentes e, obviamente, não deixaram de ser vistas como suspeitas quanto a ética, moralidade e um certo sentimento alardeado de civismo. Bah...
 
Eu certos amigos nunca tive e orgulho em certa gente muito menos. Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és aplica-se perfeitamente ao caso. E não se recomenda todo e qualquer gesto, porque não é tudo e porque a linguagem trauliteira atraiçoa o espírito, nada natalício.

De resto, gosto pouco de alegados e autoproclamados "salvadores da Pátria".E sei distinguir os filmes e reconhecer os personagens.

Os homens não seguem títulos, mas a honra - de William Wallace, filme Braveheart

16 dezembro 2014

Mau dia para visitar um benfiquista mesmo em "a título pessoal"

PInto da Costa, cidadão livre e independente, também acha que somos todos iguais mas uns mais iguais do que outros...
Terá ido lembrar certos conceitos ao Pinto de Sousa? Ou falar das incidências do clássico? Para animar o preso preventivo que andava abatido com a exclusão europeia?

Ainda bem que foi uma "visita privada"...

 
... podia querer levar uma camisola autografada ao velho amigo Pinto de Sousa!
Conta-me uma história que tenha Barbas: por exemplo, comprar 12 livros carolíngios

Qual destes podia descair-se e visitar um amigo público na prisão?

DVD de Natal para Jorge Sousa

Evitei tocar no assunto após o clássico, tal como fiz frente ao Sporting na Taça de Portugal, para não se pensar que são de atribuir só às arbitragens os maus resultados no futebol. Mas as más arbitragens existem, não devem ser escamoteadas e até são patentes, visíveis e risíveis - cada vez pior, como venho assinalando há vários anos, apesar do profissionalismo, das condições de trabalho, dos apoios da mais diversa ordem (técnica, psicológica, financeira).
 
Acontece que entre muitas variáveis (uma pelo menos em cada pessoa em campo, mais as nuances trazidas para dentro dele por pessoas que acabam de fora mas determinam bastante do que pode suceder lá dentro) num jogo de futebol temos ainda a sorte do jogo: é um jogo, tem uma margem de sorte(azar e isso mede-se pelas incidências diversas que podem influenciar o curso de um jogo e ditar o resultado final. Nada de novo neste introito e não quero alargá-lo ao ponto de aborrecer e levar a desistir-se da leitura seguinte.
 
Uma das sortes ou dos azares do jogo tem a ver, não só com a bola que bate no poste ou a defesa acidental de um g.r. ou o desvio de um defesa para golo ou para fora, implica com as decisões dos árbitros, mesmo que sejam inocentes, inconscientes, humanamente possíveis de avaliar e de decidir na hora.
 
O FC Porto não tem tido a sorte de boas arbitragens, ao contrário do Benfica. Podia repetir tantos resultados adulterados pelas arbitragens que levaram o Benfica com 3 pontos de avanço ao Dragão, pegando em árbitros que tenham apitado jogos do FC Porto e outros jogos, com o Benfica ou outras equipas, para analisar o tão criterioso... critério.
 
Mas fiquemo-nos por Jorge Sousa, presente nas duas derrotas no Dragão esta época.
 
Já nem quero pegar na bola no braço de Maurício em Alvalade, que para mim considerei acidental a remate de Jackson. Tomo apenas o ressalto que levou a bola ao braço, claramente visto, de Jonathan Silva no jogo da Taça, com 1-2 no marcador, e que Jorge Sousa terá decerto visto, de tão evidente, mas decerto considerado acidental.
 
Pegue-se na bola no braço de Jackson, de cuja recarga o colombiano fez um golo depois invalidado e que daria o 1-2 frente ao Benfica, talvez potenciando a reviravolta que outra bola na trave (o primeiro remate já batera na trave antes deste lance de golo anulado) poderia transformar em termos de resultado.
 
Eu percebo que o golo seja anulado, numa daquelas jogadas de qualquer decisão boa, ou seja podia ter valido. A bola bate acidentalmente no braço, rematada por um colega, e Jackson não o mexeu, não controlou a bola deliberadamente: aproveitou o ressalto, o remate, e marcou. Ninguém pode dizer que não foi acidental a bola no braço, mas o certo é que desta vez o acidental foi deliberado para Jorge Sousa e o FC Porto não teve sorte com estas decisões de arbitragem que podem suceder a qualquer equipa e a qualquer árbitro mas marcam a actuação do juiz portuense que as más-línguas marcaram, ridiculamente, como ex-elemento dos Super Dragões, algo nunca provado mas sempre referido.
 
O FC Porto, pelo Torto Canal, poderia enviar um DVD simpático a Jorge Sousa, à CA da FPF, ao vi-te ó Pereira, ao Senhor Lucílio Baptista até a um ministro que o deite depois pela janela fora como já sucedeu noutras circunstâncias com outro clube.
 
Os lances de bola na mão perdoadas aos adversários e castigando o FC Porto são apenas exemplos do aleatório do jogo que, entre bolas nos postes e ressaltos que dão golos, definem jogos e resultados mercê da actuação dos árbitros, seja nos fora-de-jogo milimétricos tirados a uns e negados a outros ou na acção disciplinar de que, ao contrário da Europa, o Benfica também não se queixa.
 
Ainda esta jornada voltei a perceber a atenção dedicada a dois figurões novatos mas já a deixarem os seus nomes em brasa nestas jornadas e ambos de Braga: Luís Ferreira e Jorge Ferreira. O 1º voltou a expulsar jogadores por dá cá aquela palha, queixou-se o Estoril na Madeira, sendo que perdoou um vermelho directo a Maxi Pereira no jogo com o Moreirense e quando os minhotos ganhavam 1-0 na Luz podendo jogar grande parte da partida em superioridade numérica mas acabando por acabá-la com 10 e a perder também com um penálti de risota de Lima em si próprio... O 2º, o tal que expulsou Maicon mas foi brando com um Sturgeon do Belenenses frente ao V. Setúbal, podia ter expulsado Maurício no Sporting-Moreirense, por braço na cara de um jogador minhoto, mas acabou a expulsar Ramon Cardozo já nos descontos por um 2º amarelo numa falta que nem existiu, embora o 1-1 já não sofresse alteração.
 
Quanto ao campeonato, vai assim, com o andor ao alto, rumo ao Natal protector do menino Jesus. O Benfica, fora da Europa e com arbitragens amigas, é o grande favorito ao título, mas ainda falta muito, muito jogo. É diferente ser favorito de estar já tudo decidido, como é diferente o tratamento de bola no braço, de braço na cara e de cara e coroa em que os maus árbitros tugas se enredam a coberto de encobrirem os seus desmandos arbitrais para que vingue o beneplácito de agora tudo ser às mil maravilhas. Bas ver as classificações avulso e a solo que se vão fazendo mesmo nos pasquins que nelas desvirtuam tanto ou mais os jogos, e deliberadamente, do que os maus árbitros em campo.

15 dezembro 2014

Sorte suíça com o Basileia

Enquanto começaram por sair os mais difíceis PSG - reencontro com o Chelsea - e M. City - idem com o Barça -, além de a Juve recuperar memórias de antigas finais com B. Dortmund (1993, UEFA a 2 mãos; 97 Champions em Munique), os alemães acessíveis calharam aos espanhóis sobrantes: Leverkusen-Atl. Madrid e Schalke-Real Madrid que é também um reencontro da época passada - uma inevitabilidade dada a estratificação solidificada dos crónicos presentes na Champions.
 
Ficou a emoção final para dividir entre Mónaco e FC Porto quanto ao Basileia e Arsenal, já que o Shakhtar calhou ao Bayern e não podia defrontar o FC Porto, cabendo por fim a Wenger reencontrar o Mónaco e sobrar o Basileia para o FC Porto.
 
É um bom adversário suíço para o FC Porto, ainda que não um propriamente fácil: o já crónico campeão suíço tem crescido imenso na Europa e este ano com Paulo Sousa ao comando logrou passar a fase de grupos à custa do Liverpool. Lá para Fevereiro o campeonato helvético ainda estará parado pelo Inverno, pelo que a rodagem portista pode ser outra mais-valia no confronto inédito com este opositor, falta acertar o calendário que traz a vantagem de quatro datas diferentes para cada ronda.
 
Boas perspectivas de seguir em frente, até lá a equipa de Lopetegui tem de crescer mentalmente. E não dar um passo em falso, perdendo a oportunidade de chegar aos 8 melhores da Europa e, quiçá, sonhar ir uma eliminatória mais longe.
ACT.:
O calendário vai, desta vez, permitir ver os melhores jogos separadamente, já que com quatro alemães presentes o jogo Juve-Dortmund não poderia ser noutros dias (preferia-o ao Arsenal-Mónaco, mas vale por Leo Jardim e os portugueses):
Round of 16 draw:
17 February & 11 March
Paris Saint-Germain (FRA) v Chelsea FC (ENG)
FC Shakhtar Donetsk (UKR) v FC Bayern München (GER)
18 February & 10 March
FC Schalke 04 (GER) v Real Madrid CF (ESP)
FC Basel 1893 (SUI) v FC Porto (POR)
24 February & 18 March
Manchester City FC (ENG) v FC Barcelona (ESP)
Juventus (ITA) v Borussia Dortmund (GER)
25 February & 17 March
Bayer 04 Leverkusen (GER) v Club Atlético de Madrid (ESP)
Arsenal FC (ENG) v AS Monaco FC (FRA)